

Numa entrevista a publicar hoje na revista “Kicker” à qual A BOLA teve acesso na íntegra, o guarda-redes alemão que esteve três meses sem clube explica que a ambição e a história do Sporting foram cruciais na decisão de mudança para Alvalade. Sabe que Rui Patrício está em vantagem, mas promete atacar desde já a titularidade.
Apesar de ter tido a possibilidade de fechar contrato com o St. Pauli, o Celtic de Glasgow e com os russos do Rubin Kazan, a verdade é que decidiu optar pelo Sporting. Porquê?
Os últimos três meses foram uma situação muito difícil para mim. Tive algumas propostas, mas preferi esperar até que fosse abordado um clube que realmente se adequasse às minhas expectativas.
Nesse sentido, de que forma é que o Sporting se adequa às suas expectativas?
Porque é um clube grande, não só nas ambições como na sua história.
Que promessas lhe fez o treinador Paulo Sérgio no que diz respeito à titularidade da baliza do Sporting?
Não fez qualquer tipo de promessas. Disse-me apenas que a luta pela camisola n.º 1 está em aberto.
Deve com certeza saber ou já ter percebido que Rui Patrício é considerado um dos maiores talentos do futebol português, assim como também defende a baliza dos sub-21 portugueses. É proveniente dos escalões de formação do Sporting e os adeptos gostam bastante dele...
Para já, parte em clara vantagem, disso não há dúvida. Também não acredito que eu consiga chegar e jogar de imediato. Depois de três meses a treinar sem equipa, terei o grande desafio pela frente de me ambientar de novo. Contudo, quero atacar rapidamente a titularidade.